A festa está chegando ao seu fim,
Nos discos, a musica lenta começa a tocar.
E você não irá querer ninguém para dançar.
Você irá perceber que pertence a mim.
Perdendo-se em meio ao jardim.
Verás tantos frutos e tantas flores.
Aprenderás quase tudo dos amores.
E verá, que você pertence a mim.
O amor é tão amor por si só.
Talvez ele possa pertencer a nós também.
Então, não vamos querer mais ninguém.
Nos amarramos sem dar nó.
E mesmo que vire a noite em botequim.
Você irá perceber que pertence a mim.
sábado, 2 de agosto de 2008
- Retrocesso Moderno;
Eu ando pelas ruas e observo todos esses anos.
E percebo como a vida é injusta, tão curta, tão rápida.
E ela não te dá a chance de voltar atrás, eu queria voltar atrás.
Por isso, acabo resolvendo minhas tarefas com pressa.
Às vezes, penso que estou solucionando meus problemas
Para algo que estar por vir. Eu tenho mil planos,
Mas eu odeio planejar, odeio seguir uma linha certa, esse tal "destino".
Tento conhecer mais e mais pessoas. Algumas por instantes,
Mas todas com intensidade, sei que elas vão lembrar de mim.
Porque eu lembrarei de todas elas.
Eu tenho essa mania doida de colocar nomes de mulheres aos meus sonhos.
Falar com intimidade de pessoas que nem existem.
Mas elas, de alguma forma, se fazem presentes em minha vida.
Os poetas estão mortos e eu vivo em um retrocesso moderno.
Não sei se estou apressado ou atrasado. Só sei que não sou daqui.
Eu duvido da religião, mas acredito que ela ainda vá salvar o mundo.
Eu duvido das pessoas, mas acredito que elas ainda vão salvar o mundo.
Já tive tanto sonho que não se tornaram realidade.
Já tive tanta realidade que viraram sonhos para mim.
E eu gosto desse "improvável", eu vivo disto.
Escrevo muito mais para mim do que para você.
Penso que daqui há 80 anos alguém vai ler e se identificar.
Ou daqui há 2 minutos, quem sabe!?
E percebo como a vida é injusta, tão curta, tão rápida.
E ela não te dá a chance de voltar atrás, eu queria voltar atrás.
Por isso, acabo resolvendo minhas tarefas com pressa.
Às vezes, penso que estou solucionando meus problemas
Para algo que estar por vir. Eu tenho mil planos,
Mas eu odeio planejar, odeio seguir uma linha certa, esse tal "destino".
Tento conhecer mais e mais pessoas. Algumas por instantes,
Mas todas com intensidade, sei que elas vão lembrar de mim.
Porque eu lembrarei de todas elas.
Eu tenho essa mania doida de colocar nomes de mulheres aos meus sonhos.
Falar com intimidade de pessoas que nem existem.
Mas elas, de alguma forma, se fazem presentes em minha vida.
Os poetas estão mortos e eu vivo em um retrocesso moderno.
Não sei se estou apressado ou atrasado. Só sei que não sou daqui.
Eu duvido da religião, mas acredito que ela ainda vá salvar o mundo.
Eu duvido das pessoas, mas acredito que elas ainda vão salvar o mundo.
Já tive tanto sonho que não se tornaram realidade.
Já tive tanta realidade que viraram sonhos para mim.
E eu gosto desse "improvável", eu vivo disto.
Escrevo muito mais para mim do que para você.
Penso que daqui há 80 anos alguém vai ler e se identificar.
Ou daqui há 2 minutos, quem sabe!?
- Calafate;
Voe, Calafate e vá buscar seu novo rumo.
Erga suas asas quebradas e não se perca do seu ninho.
Esqueça essa saudade, a dor e o vento que vem de frente.
E leve minhas palavras para quem está bem distante.
Voe, Calafate, e tenha o mundo aos seus pés.
Olhe como é enorme o paraiso que você pode flutuar.
Sinta o doce cheiro dela e a faça um carinho por mim.
E diga que as coisas por aqui ainda estão na mesma.
Vai, Calafate, porque você é a minha esperança.
Eu agradeço por ser mais forte do que eu.
Seu bando ainda pode esperar por você.
Tome seu banho nas àguas do norte e diga a ela que eu a espero.
Dê-lhe um beijo que ela entenderá que é meu.
Tentei mandar-lhe um beijo por carta
Mas as palavras e o perfume não foram suficiente.
Então, Calafate, pegue essa missão por mim.
Porque eu sou fraco e na insegurança eu perco.
Quisera eu ser forte igual a ti e voar com as asas quebradas.
Vai, Calafate, porque você é a minha esperança.
Erga suas asas quebradas e não se perca do seu ninho.
Esqueça essa saudade, a dor e o vento que vem de frente.
E leve minhas palavras para quem está bem distante.
Voe, Calafate, e tenha o mundo aos seus pés.
Olhe como é enorme o paraiso que você pode flutuar.
Sinta o doce cheiro dela e a faça um carinho por mim.
E diga que as coisas por aqui ainda estão na mesma.
Vai, Calafate, porque você é a minha esperança.
Eu agradeço por ser mais forte do que eu.
Seu bando ainda pode esperar por você.
Tome seu banho nas àguas do norte e diga a ela que eu a espero.
Dê-lhe um beijo que ela entenderá que é meu.
Tentei mandar-lhe um beijo por carta
Mas as palavras e o perfume não foram suficiente.
Então, Calafate, pegue essa missão por mim.
Porque eu sou fraco e na insegurança eu perco.
Quisera eu ser forte igual a ti e voar com as asas quebradas.
Vai, Calafate, porque você é a minha esperança.
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
- Daniele;
A gente cresceu juntos, a gente era da mesma sala.
E sentávamos lá no fundo, para a gente nada importava.
Eu lembro de você na escola e quando eu jogava bola
Você era a minha torcida.
Na prova você me dava cola, mas nem me dava bola
Era só a minha amiga.
E a gente ria pra caralho, tudo sempre engraçado.
Você era minha dupla nos trabalhos,
Tudo era tão bom quando eu estava ao seu lado.
Mas eu nem sei aonde você está agora.
Depois desses três anos e meio.
Eu só me lembro quando davam 10 horas.
A gente ia juntos para o recreio.
E às vezes, até andávamos de mãos dadas
E quem não nos conhecia achava que eu te namorava.
Mas a sua timedez aparecia.
E quando veio a nossa formatura, foi uma tortura te ver chorar.
Abraçada com seus pais, eu não iria te ver mais
Só lembro de ver você olhar para trás
Eu nem consegui me despedi.
Por isso estou aqui e para você eu fiz essa canção.
Talvez você nem lembre, mas preste atenção.
E quando tocar no rádio, será que você vai chorar?
Qual será o seu comentário? Será que você vai gostar?
Venha o mais rápido contar ao meu coração.
Pois não está sendo fácil falar seu nome nessa canção.
Ô, Daniele, por favor me espere.
Não se desespere. Ô, Daniele.
E sentávamos lá no fundo, para a gente nada importava.
Eu lembro de você na escola e quando eu jogava bola
Você era a minha torcida.
Na prova você me dava cola, mas nem me dava bola
Era só a minha amiga.
E a gente ria pra caralho, tudo sempre engraçado.
Você era minha dupla nos trabalhos,
Tudo era tão bom quando eu estava ao seu lado.
Mas eu nem sei aonde você está agora.
Depois desses três anos e meio.
Eu só me lembro quando davam 10 horas.
A gente ia juntos para o recreio.
E às vezes, até andávamos de mãos dadas
E quem não nos conhecia achava que eu te namorava.
Mas a sua timedez aparecia.
E quando veio a nossa formatura, foi uma tortura te ver chorar.
Abraçada com seus pais, eu não iria te ver mais
Só lembro de ver você olhar para trás
Eu nem consegui me despedi.
Por isso estou aqui e para você eu fiz essa canção.
Talvez você nem lembre, mas preste atenção.
E quando tocar no rádio, será que você vai chorar?
Qual será o seu comentário? Será que você vai gostar?
Venha o mais rápido contar ao meu coração.
Pois não está sendo fácil falar seu nome nessa canção.
Ô, Daniele, por favor me espere.
Não se desespere. Ô, Daniele.
- Iaiá;
Iaiá, tantos poetas ja tentaram te escrever.
Eu que sou abusado, vim aqui tentar me atrever.
Já falaram que tem tanta coisa que você não sabe.
E até um retrato-falado já te escreveram em canções.
Mas até agora ninguém soube falar a verdade.
Que você, Iaiá, é a inspiração para todos os corações.
Iaiá, minha Nêga, se você soubesse o jeito que te olho.
Tu não querias mais saber de vadiagem, de bares.
Iria sambar só no miúdo e, contudo, aos meus olhares.
Beberia três copos ao invés de cinco garrafas
E não ficava bebada, invadia o zoológico e dava banana às girafas.
Iaiá, eu não quero te mudar, nem ser o seu mundo.
Mas a gente tem que se adaptar um ao outro, profundo.
Tu não queres mais que eu me apegue à outros abraços.
Nem eu eu quero que tu sorrias para outros palhaços.
Em qualquer discussão vamos ver a razão de quem está com ela.
Iaiá, você ao meu lado, seu principe encantado, serias minha cinderela.
E nem adianta dizer que você já nasceu assim.
Porque naquele tempo você ainda não era apaixonada por mim.
Então para a nossa história não virar memória, para não ter seu fim.
Aprenda que estamos juntos nos modificando, enfim.
Eu que sou abusado, vim aqui tentar me atrever.
Já falaram que tem tanta coisa que você não sabe.
E até um retrato-falado já te escreveram em canções.
Mas até agora ninguém soube falar a verdade.
Que você, Iaiá, é a inspiração para todos os corações.
Iaiá, minha Nêga, se você soubesse o jeito que te olho.
Tu não querias mais saber de vadiagem, de bares.
Iria sambar só no miúdo e, contudo, aos meus olhares.
Beberia três copos ao invés de cinco garrafas
E não ficava bebada, invadia o zoológico e dava banana às girafas.
Iaiá, eu não quero te mudar, nem ser o seu mundo.
Mas a gente tem que se adaptar um ao outro, profundo.
Tu não queres mais que eu me apegue à outros abraços.
Nem eu eu quero que tu sorrias para outros palhaços.
Em qualquer discussão vamos ver a razão de quem está com ela.
Iaiá, você ao meu lado, seu principe encantado, serias minha cinderela.
E nem adianta dizer que você já nasceu assim.
Porque naquele tempo você ainda não era apaixonada por mim.
Então para a nossa história não virar memória, para não ter seu fim.
Aprenda que estamos juntos nos modificando, enfim.
- Nada Agora é o Meu Tudo;
pequenas lembranças, andanças das vidas
são várias estradas, esquinas e avenidas
milhões de pessoas, de gestos e amigos.
algumas maldades, crueldades e perigos.
mas quando eu te encontrei, tudo já não era mais nada.
pequenas histórias, memórias perdidas.
são tantas palavras e frases não ditas.
os versos, as rosas e os carinhos mais lindos.
já não mais me importam ao te ver sorrindo.
depois que te encontrei, nada agora é o meu tudo.
e assim, eu vou vivendo aos pedaços,
me perdendo em outros abraços procurando os seus braços.
e assim, eu vou querendo sempre estar perto.
vivo nesse deserto. te deixar passar, eu sei que não é o certo.
mas você vem o jeito de que nem pensa em mim
diz duas palavras, que parecem o fim.
e o teu sorriso me mastiga aos pouquinhos.
ai, como eu queria ser o dono dos teus carinhos.
são várias estradas, esquinas e avenidas
milhões de pessoas, de gestos e amigos.
algumas maldades, crueldades e perigos.
mas quando eu te encontrei, tudo já não era mais nada.
pequenas histórias, memórias perdidas.
são tantas palavras e frases não ditas.
os versos, as rosas e os carinhos mais lindos.
já não mais me importam ao te ver sorrindo.
depois que te encontrei, nada agora é o meu tudo.
e assim, eu vou vivendo aos pedaços,
me perdendo em outros abraços procurando os seus braços.
e assim, eu vou querendo sempre estar perto.
vivo nesse deserto. te deixar passar, eu sei que não é o certo.
mas você vem o jeito de que nem pensa em mim
diz duas palavras, que parecem o fim.
e o teu sorriso me mastiga aos pouquinhos.
ai, como eu queria ser o dono dos teus carinhos.
segunda-feira, 28 de julho de 2008
- Carta para Laura;
Minha Laura, os tempos estão difíceis na cidade.
Depois que você se foi as casas viraram edificios.
Estamos cheios de obrigações desta dura realidade.
É, minha Flor, não está nada fácil, está tão dificil.
Sorrio duas vezes ao dia, ao levantar e ao dormir.
É quando eu vejo a sua fotografia, única que me faz sorrir.
Minha Laura, o tempo passa depressa, mas meu coração parou.
Aindo lembro de você me chamando na dispensa.
Aquelos belos tempos que marcaram o nosso amor.
Te escrevo esse verso em algum papel amassado
Porque ainda não sei mexer nessas tais tecnologias.
Hoje dizem sobre o "digital", sinto-me ultrapassado
Com saudades das nossas fogueiras e cantorias.
Se eu soubesse, até te escreveria um e-mail ou um depoimento.
Se eu tivesse um perfil no tal do Orkut, te deixaria um recado.
Mas peço-lhe que aceite do fundo do seu coração este sentimento
Escritos em versos com uma bic num papel que peguei emprestado.
Depois que você se foi as casas viraram edificios.
Estamos cheios de obrigações desta dura realidade.
É, minha Flor, não está nada fácil, está tão dificil.
Sorrio duas vezes ao dia, ao levantar e ao dormir.
É quando eu vejo a sua fotografia, única que me faz sorrir.
Minha Laura, o tempo passa depressa, mas meu coração parou.
Aindo lembro de você me chamando na dispensa.
Aquelos belos tempos que marcaram o nosso amor.
Te escrevo esse verso em algum papel amassado
Porque ainda não sei mexer nessas tais tecnologias.
Hoje dizem sobre o "digital", sinto-me ultrapassado
Com saudades das nossas fogueiras e cantorias.
Se eu soubesse, até te escreveria um e-mail ou um depoimento.
Se eu tivesse um perfil no tal do Orkut, te deixaria um recado.
Mas peço-lhe que aceite do fundo do seu coração este sentimento
Escritos em versos com uma bic num papel que peguei emprestado.
Assinar:
Postagens (Atom)
